São Paulo, 2 (AE) - A negociação entre a Klabin/Kimberly com o Grupo Dixie-Toga para a compra do controle da Lalekla, tradicional fabricante de artigos de higiene, ainda não foi concluida. Segundo analistas, o negócio pode ser realizado, com um investimento de cerca de US$ 18 milhões.
As tratativas entre as companhias começaram há cerca de 60 dias, até com realização de auditorias, como um negócio deste porte requer. A atuação da Klabin com a Kimberly, muito forte no Mercosul, na Argentina, deve se ampliar também no Brasil.
A Lalekla há 20 anos pertenceu ao Grupo Klabin, sendo depois vendida ao Grupo Dixie-Toga. A Klabin e a Kimberly americana já têm negócios na Argentina, na KCK, onde investirá em 99, o equivalente a US$ 5,5 milhões; e na Klabin Kimberly, aqui no País, onde investirá este ano US$ 12 milhões.
A informação publicada hoje de que o negócio estaria fechado aborreceu dirigentes das empresas envolvidas nas negociações, porque a Klabin tem ações nas bolsas de valores.

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