Justiça remete o caso Diadema a júri popular
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segunda-feira, 30 de junho de 1997
Agência Folha São Paulo 
A juíza Maria da Conceição Pinto Vendeiro, da 3ª Vara Criminal de Diadema (Grande São Paulo), pronunciou (mandou a julgamento) ontem nove policiais militares pela morte do conferente Mario José Josino, na favela Naval, no dia 7 de março. Com isso, os policiais irão a júri popular. O julgamento deve acontecer ainda este ano. O soldado Otávio Lourenço Gambra, o Rambo, foi considerado pela juíza o autor dos disparos que mataram Josino.
Os cabos Ricardo Luís Buzeto e João Batista de Queirós e os soldados Maurício Gomes Louzada, Nélson Soares Silva Júnior, Demontier Carolino Figueiredo, Adriano Lima de Oliveira, Paulo Rogério Garcia Barreto e Rogério Néri Bonfim foram pronunciados como co-autores. O terceiro-sargento Reginaldo José dos Santos foi inocentado pela juíza das acusações de homicídio e tentativa de homicídio, mas foi pronunciado por abuso de autoridade. Assim, ele também irá a júri popular.


