Curitiba - A 1ª Vara Criminal de Colombo, na Região Metropolitana de Curitiba, negou o pedido de exumação do corpo da adolescente Tayná Adriane da Silva, de 14 anos, feito pelo advogado da família no início do mês. A decisão foi tomada na segunda-feira e confirmada ontem pelo Tribunal de Justiça do Paraná (TJPR).
Conforme o advogado da família, Luís Gustavo Janiszewski, a nova necropsia poderia acabar com qualquer dúvida sobre o confronto de informações que está ocorrendo entre Instituto de Criminalística, Instituto Médico Legal (IML) e Polícia Civil. "Os únicos que não têm informações são os familiares. Um novo exame poderia trazer novas provas e indícios físicos que forneçam mais informações para a investigação, inclusive para a solução do caso", disse.
Tayná desapareceu na noite de 25 de junho no bairro São Dimas, em Colombo, por volta das 20 horas. Na tarde do dia 28, o corpo da adolescente foi encontrado em um poço localizado em um terreno baldio. Após a perícia, foi constatada morte por estrangulamento. O Instituto de Criminalística também apontou que no corpo não havia indícios de violência sexual.

MPPR
Até a próxima sexta-feira, o Ministério Público do Paraná (MPPR) pode oferecer denúncia sobre o caso ou acatar o pedido da Polícia Civil de prorrogação do prazo para concluir o inquérito. O delegado responsável pelas investigações, Guilherme Rangel, solicitou pelo menos mais 30 dias para concluir os trabalhos. A investigação foi reiniciada no dia 15 de julho, após determinação da Secretaria Estadual de Segurança Pública (Sesp).

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