BRASÍLIA - A Justiça de Dianópolis (TO) determinou ontem a prisão preventiva de cinco policiais militares acusados de matar por vingança o comerciante Vilmar Anastácio, 49, e seu filho Wagner, 27, na noite de sexta-feira passada. Os cinco foram transferidos ontem para Palmas (TO), porque não há prisão em Dianópolis. Eles ficarão na capital do Estado até o julgamento. Como se trata de crime contra a vida, eles serão julgados pela Justiça comum.
O tenente Jaizon, que era o responsável pelo batalhão durante a Semana Santa (quando ocorreu o crime), também foi transferido para Palmas. ‘‘É uma medida administrativa, porque ainda não foi comprovado que ele participou dos assassinatos. Mas como era o responsável, decidimos recolhê-lo à capital’’, afirmou o comandante geral da PM do Tocantins, coronel Napoleão de Souza Rui Sobrinho. Anastácio e Wagner foram torturados e assassinados com tiros na nuca.

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