O juiz criminal de Rolândia, Alberto José Ludovico, começou a ouvir as testemunhas do caso Eduarda Shigematsu na tarde desta quinta-feira (3). A primeira audiência de instrução do caso é realizada cinco meses após a morte da menina e deve contar com a presença de policiais que atenderam a ocorrência, colegas de classe e da própria mãe de Eduarda. Ao todo, 13 testemunhas foram arroladas.

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. | Foto: Vitor Struck

A mãe de Eduarda, Jessica Pires, chegou ao Fórum por volta das 13h30 acompanhada dos advogados que atuam como auxiliares do Ministério Público e não conversou com a imprensa.

Já a defesa do pai de Eduarda e principal acusado de homicídio triplamente qualificado pediu à Justiça para que ele fosse ouvido por videoconferência. Ricardo Seidi foi preso quatro dias depois do desaparecimento da criança. Ele confessou que foi responsável pela ocultação do cadáver nos fundos de casa, mas negou que tenha assassinado a menina. Seidi segue preso preventivamente na Casa de Custódia, em Londrina.

A avó da menina, Terezinha de Jesus Guianaia, também foi presa no dia em que o corpo foi localizado acusada de ter auxiliado Ricardo Seidi na ocultação. A idosa chegou a registrar um boletim de ocorrência mesmo sabendo que a menina estava enterrada. Ela foi solta no dia 27 de junho e nega ter participado do crime.

A audiência deve se estender ao longo de toda a tarde desta quinta-feira.

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