Justiça ainda não definiu crime cometido por Buba
PUBLICAÇÃO
quarta-feira, 04 de agosto de 2004
Claudio Yuge<br>Equipe da Folha 
Curitiba - A Justiça do Paraná ainda não definiu o crime cometido pelo empresário curitibano Edilson Buba, 32 anos. O ex-big brother foi preso em flagrante em no dia 26 de abril, no Aeroporto Internacional Afonso Pena, portando 18 pílulas de ecstasy e aproximadamente 18 gramas de maconha. O enquadramento definindo se Buba é usuário ou traficante de drogas deve demorar pelo menos mais 15 dias, depois que a defesa do empresário encaminhar um exame de um laboratório encomendado dos Estados Unidos.
O juiz Eduardo Fagundes, da 2 Vara Criminal de São José dos Pinhais, Região Metropolitana de Curitiba, ouviu ontem duas testemunhas de defesa e outra de acusação. As duas testemunhas de defesa, um empresário sócio de Buba, André Portela, e um amigo de infância, identificado como Eraldo, fizeram quase as mesmas afirmações. Eles disseram que Buba já era usuário de maconha antes de ir para o programa da Rede Globo, o Big Brother Brasil 4, e que, após seu retorno, o rendimento profissional e o comportamento mudaram devido ao consumo de ecstasy. Um policial federal também prestou depoimento, como testemunha de acusação.
Se for enquadrado como usuário, Buba pode cumprir pena alternativa. Como traficante, terá voltar à prisão.


