Justiça adia decisão sobre habeas corpus de médica
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quinta-feira, 07 de março de 2013
Rodrigo Batista e Andrea Bertoldi<BR>Reportagem Local 
Curitiba - A Justiça adiou a divulgação do resultado da análise do pedido de habeas corpus da médica Virgínia Soares de Souza, ex-chefe da Unidade de Terapia Intensiva (UTI) Geral do Hospital Evangélico de Curitiba, que foi presa por suspeita de antecipação de mortes de pacientes da instituição. O prazo para a análise se estendeu por mais uma semana.
Segundo informa o advogado da acusada, Elias Mattar Assad, a decisão do Tribunal de Justiça do Paraná (TJPR) deve ser divulgada somente na próxima quinta-feira, por causa de atraso na entrega do processo pela procuradoria do Ministério Público do Paraná (MPPR), que analisa o caso.
"O processo foi entregue somente na terça-feira. Aí ficou um tempo muito curto para a análise e com isso o habeas corpus deve sair ou não na próxima semana", disse o advogado. Na segunda-feira, o Ministério Público do Paraná deve se pronunciar sobre o inquérito, que foi entregue ao órgão pela Polícia Civil no dia 4 de março.
Virgínia foi detida no dia 19 de fevereiro enquanto trabalhava no Hospital Evangélico de Curitiba. Ela permanece presa na Penitenciária Feminina de Piraquara, na Região Metropolitana de Curitiba.
Hospital
A Unidade de Terapia Intensiva (UTI) Geral do Hospital Evangélico deve reabrir às 11 horas de hoje. A nova equipe é formada por 15 médicos, 41 profissionais de enfermagem (técnicos e enfermeiros), e quatro profissionais de apoio (serviços gerais e auxiliar de enfermagem). A UTI também passou por reformas. A diretoria da entidade deve se pronunciar hoje sobre a nova equipe.


