Curitiba - A 2ª Vara do Tribunal do Júri de Curitiba acatou ontem a denúncia feita na última segunda-feira pela Promotoria de Justiça de Proteção à Saúde Pública de Curitiba, do Ministério Público do Paraná (MPPR), contra a médica Virgínia Helena Soares de Souza e outras sete pessoas, pelos supostos crimes ocorridos na Unidade de Terapia Intensiva (UTI) do Hospital Evangélico, na capital, entre janeiro de 2006 e fevereiro de 2013.
O juiz Daniel Avelar, da 2ª Vara do Júri, também decretou segredo de Justiça e nenhuma outra informação sobre o caso será divulgada. Ele ainda emitiu alvará de soltura para quatro dos cinco presos, que estavam sob prisão temporária.
O advogado da médica Virgínia, Elias Mattar Assad, informou que ela continua detida porque o alvará emitido pelo juiz refere-se apenas aos detidos com prisão temporária e ex-chefe da UTI Geral do Evangélico está em prisão preventiva. Ela segue presa no Centro de Triagem I, na capital. Todos os acusados foram denunciados pelo MPPR por homicídios duplamente qualificados e formação de quadrilha.

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