RIO - O julgamento, marcado para amanhã, de Guilherme de Pádua, e sua ex-mulher, Paula Thomaz, acusados de matar a atriz Daniella Perez, em dezembro de 1992, poderá não ocorrer. O advogado de Pádua, Paulo Ramalho, ameaça faltar se não forem retirados do processo documentos anexados na semana passada pela promotoria. Sem o advogado, o julgamento é adiado.
Os promotores já disseram que não retirarão os documentos. O juiz se reúne hoje, às 14h, com representantes de ONGs e de grupos de combate à impunidade. Eles pedirão ao juiz para evitar o adiamento. Outra possibilidade é a separação do júri. Nesse caso, Pádua será julgado primeiro. Paula será julgada em outra data.

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