Estudantes de Direito, advogados, trabalhadores do Fórum e curiosos lotaram o auditório do Tribunal do Juri para assistir o julgamento de Marcos Campinha Panissa. De acordo com funcionários da 1 Vara Criminal, a lotação do auditório é bastante incomum, acontecendo apenas em casos de grande repercussão. Prevendo a grande presença de pessoas, o policiamento do local foi reforçado.
Com os olhos atentos em todos os acontecimentos, o público chegou a se levantar para enxergar melhor o vídeo da exumação do corpo de Fernanda Estruzani. Na sequência, durante a exibição da entrevista com a filha do casal, Joana, e do programa Linha Direta realizado pela Rede Globo sobre o caso, algumas pessoas começaram a deixar o tribunal.
O autônomo Milton Nantes acompanhou a cobertura do caso na época do assassinato e, ontem, foi ao Tribunal do Júri movido pela curiosidade. ''Quero ver se pelo menos agora será feita a Justiça'', disse, na expectativa da condenação de Panissa.
A curiosidade também estimulou o advogado Geraldo Dedardi a acompanhar o julgamento. ''Não tenho nenhuma ligação com o caso, mas como o assunto foi de grande repercussão, vim para aperfeiçoar meus conhecimentos'', explicou.

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