New Haven, 08 (AE-AP) - Um juiz federal rechaçou um processo aberto por um homem que não pôde tornar-se policial por ser considerado muito inteligente. O juiz de distrito Peter C. Dorsey disse que o departamento de Polícia de Nova Inglaterra não violou os direitos de Robert Jordan ao recusá-lo como candidato devido à alta pontuação em seu exame de admissão.
A prefeitura justificou a medida alegando que um candidato muito inteligente logo se aborreceria com o trabalho policial e pediria demissão, causando prejuízo devido ao caro treinamento na academia de polícia.
Na decisão emitida ontem, o juiz disse não haver provas de que uma alta pontuação no exame seja indicativa de satisfação, rendimento ou renovação da equipe. No entanto, disse que "a questão não é se a política dos acusados têm fundamento racional. O reclamante pode ter sido desqualificado imprudentemente, mas não foi negada proteção igualitária".
Jordan, de 48 anos, obteve nota 33 no exame realizado em 1996, o equivalente a um quociente intelectual de 125. A média nacional para policiais é de 21 a 22, ou um quociente de 104.

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