São Paulo - Uma série de ataques atribuída ao PCC (Primeiro Comando da Capital) causou a morte de 21 pessoas, entre a noite de sexta e sábado, no Estado de São Paulo. Os crimes seriam uma resposta à decisão do governo do Estado de isolar líderes da facção criminosa. As ações ocorreram na cidade de São Paulo e na região metropolitana. Segundo levantamento da Secretaria da Segurança, morreram quatro policiais militares, cinco policiais civis, dois guardas civis, três agentes penitenciários e a namorada de um policial. Durante confrontos, seis suspeitos também morreram. Outras 32 pessoas ficaram feridas.
Os crimes começaram horas depois da transferência de um grupo de 700 de presos, para o interior. Na tarde de sexta, oito integrantes do PCC haviam sido levados para depor sobre uma suposta megarrebelião que estaria sendo planejada. O grupo deixou a unidade na manhã de ontem com destino a um presídio no interior. Entre eles está Marcos Willians Herba Camacho, o Marcola, líder da facção.

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