Cidade do Vaticano, 10 (AE-AP) - Com planos de deslocar cinco mil soldados diariamente, os oficiais israelenses disseram hoje que irão lançar a maior operação de segurança do país para proteger João Paulo II durante sua estadia no Estado judeu.
Os organizadores israelenses, que estão na Itália para encontros com o papa e com autoridades do Vaticano, disseram não ter recebido nenhuma ameaça contra João Paulo II, mas que medidas de segurança pesadas foram requeridas devido à natureza pública da peregrinação papal.
O papa estará em Israel entre 21 a 26 de março, depois de passar um dia na Jordânia, fazendo paradas no território palestino.
"Esta é a maior operação policial para uma visita a Israel", afirmou Yehuda Wilk, comissário da polícia de Israel, em uma entrevista coletiva em Roma.
Segundo ele, as forças de seguranças de Israel e da Palestina estavam trabalhando em cooperação.
A força de segurança israelense envolvida é mais do que duas vezes maior que a força escalada para proteger o presidente Clinton durante sua visita a Israel, no ano passado, que contava com 2000 homens.

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