Rio, 20 (AE) - Hoje à tarde, Artamita Vieira, irmã da vítima, disse à polícia que, há alguns meses, Aída havia recebido a visita de um suposto corretor de seguros, que disse que ela receberia um seguro "de um valor muito alto". Na época
Aída afirmara que desconhecia a origem do dinheiro, já que não tinha feito seguro algum, e comentou o fato com a irmã. Segundo o delegado, é possível que haja ligação desta pessoa com a morte de Aída. Artamita disse que os cheques recebidos pela irmã, referentes ao suposto seguro, não tinham fundos.

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