No Brasil, 4 milhões de pessoas sofrem de insuficiência cardíaca grave. Se ficar comprovado que as células-tronco podem melhorar as condições desses pacientes na mesma proporção que os estudos preliminares têm indicado, estima-se que 200 mil vidas poderão ser salvas em três anos e reduzido o custo do tratamento em aproximadamente R$ 37 milhões por mês. Isso mostra que o investimento que se faz em ciência, tecnologia e inovação em Saúde tem, além do impacto social, um significativo retorno econômico.
Ainda este ano, o Ministério da Saúde apoiará novos estudos com células-tronco retiradas de cordão umbilical e também de pacientes adultos, para serem usadas no tratamento de lesões de medula espinhal; diabetes; doenças neurodegenerativas (como mal de Alzheimer e esclerose lateral amiotrófica); regeneração de tecido ósseo, dentes e pele; doenças auto-imunes (como lúpus); doenças genéticas, entre outros.(A.S.)

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