O Instituto de Defesa do Consumidor (Idec) vai realizar, na próxima semana, uma reunião em São Paulo entre as possíveis vítimas do anticoncepcional Microvlar, feito de farinha. A pílula falsa foi produzida para testes segundo o laboratório Schering do Brasil. Posteriormente o lote teria sido roubado e chegado ao mercado.
O Idec, que já foi procurado por três mulheres que dizem ter engravidado mesmo tomando Microvlar, está se propondo a orientar e dar assistência jurídica às mulheres que tenham provas convincentes de que tomaram a pílula inócua.
Para isso, o Instituto de Defesa do Consumidor vai formar, junto com a Sociedade Brasileira de Vigilância de Medicamentos (SOBRAVIME) uma junta médica para analisar cada caso tecnicamente.
As mulheres que não tiverem advogado e estiverem interessadas nos serviços do Idec terão de se associar ao instituto, pagando uma taxa anual de R$ 50. O telefone do Instituto de Defesa do Consumidor é 3872-7188. O endereço do instituto na Internet é http://www.uol.com.br/idec.

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