En­quan­to o nú­me­ro de as­sal­tos a agên­cias ban­cá­rias ­caiu no Bra­sil, no Pa­ra­ná a si­tua­ção é a opos­ta. De acor­do com a Fe­de­ra­ção Bra­si­lei­ra de Ban­cos (Fe­bra­ban), hou­ve re­du­ção de cri­mes des­sa na­tu­re­za em to­do o ­País. De 2000 pa­ra 2010 a que­da foi de 82% (de 1.903 ocor­rên­cias re­gis­tra­das pa­ra 337 em 2010).
  A rea­li­da­de no Pa­ra­ná, no en­tan­to, é di­fe­ren­te. No pe­río­do de 2007 a 2010, hou­ve um avan­ço de 16% nos as­sal­tos a ban­co. Es­se ín­di­ce não in­clui ar­rom­ba­men­tos de cai­xas-ele­trô­ni­cos.
  Dos 337 as­sal­tos a ban­cos no ano pas­sa­do, 21 acon­te­ce­ram no Pa­ra­ná. Mas es­ses nú­me­ros são con­tes­ta­dos pe­lo Sin­di­ca­to dos Vi­gi­lan­tes de Cu­ri­ti­ba e Re­gião, que re­ve­lou uma pes­qui­sa apon­tan­do que so­men­te em 2010 fo­ram re­gis­tra­dos 1.130 as­sal­tos a ban­co, sen­do 52 no Pa­ra­ná.
  Anual­men­te, R$ 9,4 bi­lhões são gas­tos pe­las ins­ti­tui­ções fi­nan­cei­ras tan­to em sis­te­mas de se­gu­ran­ça fí­si­ca quan­to em se­gu­ran­ça ele­trô­ni­ca.


● Os pequenos municípios se tornam alvos potenciais, pois as agências dispõem de menos equipamentos de segurança e o efetivo policial não é suficiente para conter a criminalidade


● De acordo com o SindVigilantes, o Paraná passou de 15º para 9º no ranking de assaltos a banco no País. O primeiro lugar ficou com São Paulo, que registrou 211 casos

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