O psiquiatra do Projeto Sexualidade, Sérgio Campanella, explica que, numa pessoa compulsiva, há três características marcantes: o sentimento de insatisfação, o imediatismo com que o desejo tem que ser saciado e a restrição do repertório de atividades prazerosas.
Quando um paciente chega a seu ambulatório, relata o médico, já sabe que tem um problema, mas só tem consciência dos sintomas, não sabe por que ele ocorre. Por isso é importante procurar ajuda.
No consultório, o paciente aprenderá a abordar a realidade que o cerca e sua relação com a compulsão de uma outra forma. Ele será incentivado a procurar outras formas de prazer e a ocupar-se das insatisfações que o levam a esse comportamento. (M.P.O.)

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