Inquérito sobre banco de ossos é entregue ao MP
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quinta-feira, 12 de setembro de 2013
Vítor Ogawa<br>Reportagem Local 
Londrina - A delegada Sâmia Coser, do Núcleo de Repressão aos Crimes Contra a Saúde (Nucrisa), esteve ontem em Londrina para entregar ao Ministério Público o inquérito sobre o banco de ossos clandestino, que foi fechado dia 3 deste mês, no Jardim Cláudia (zona sul). A assessoria de comunicação da Polícia Civil afirmou que não poderia repassar mais nenhuma informação porque o caso corre sob segredo de Justiça.
Os irmãos Kléber, de 42 anos, e Carlo Keith Barroso Cavalca, de 37, continuam presos preventivamente. O advogado deles, Omar José Baddauy, entrou com um pedido de liberdade condicional esta semana, que ainda não foi apreciado pela Justiça. "Eles não oferecem risco algum à sociedade. Se a fase de investigação foi encerrada, não há por que mantê-los presos em caráter preventivo."
A delegada recomendará ao MP que remeta às polícias civis o pedido de investigação dos dentistas dos municípios de Chapecó (SC), Belo Horizonte (MG), Belém (PA) e em cidades de Goiás e do Mato Grosso que tiveram ligações telefônicas interceptadas e também aqueles em que haviam os comprovantes do envio de mercadoria por Sedex. Ainda não foi descartada a participação de dentistas de Londrina na aquisição do material do banco de ossos clandestino.


