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m de leitura Atualizado em 18/01/2022, 17:55

Informe da dengue registra 673 casos da doença no Paraná

Até o momento, 306 municípios registraram notificações de dengue, destes 112 confirmaram a doença

PUBLICAÇÃO
terça-feira, 18 de janeiro de 2022

Reportagem local com AEN
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O boletim semanal da dengue publicado nesta terça-feira (18) pela Sesa (Secretaria de Estado da Saúde) registra aproximadamente 15 mil casos suspeitos, com 4,48% casos confirmados (673). São 60 casos a mais que o informe anterior. Os dados são do 21º Informe Epidemiológico, do novo período sazonal da doença, que iniciou no dia 1º de agosto e deve seguir até julho de 2022.

Até o momento, 306 municípios registraram notificações de dengue, destes 112 confirmaram a doença, sendo que 80 municípios com casos autóctones, ou seja, a dengue foi contraída no município de residência. Até o momento, 306 municípios registraram notificações de dengue, destes 112 confirmaram a doença, sendo que 80 municípios com casos autóctones, ou seja, a dengue foi contraída no município de residência.
Até o momento, 306 municípios registraram notificações de dengue, destes 112 confirmaram a doença, sendo que 80 municípios com casos autóctones, ou seja, a dengue foi contraída no município de residência. |  Foto: Reprodução/Sesa
 

Até o momento, 306 municípios registraram notificações de dengue, destes 112 confirmaram a doença, sendo que 80 municípios com casos autóctones, ou seja, a dengue foi contraída no município de residência. Há ainda, 2.329 casos em investigação e nenhum registro de óbito neste período.

Segundo informações do boletim, os sorotipos Denv1 e Denv2 circulam no Paraná, mantendo a mesma tendência observada no período epidemiológico anterior.

ELIMINAÇÃO DE CRIADOUROS

De acordo com a coordenadora de Vigilância Ambiental da Sesa, Ivana Belmonte, é imprescindível que nesse período de intensificação das chuvas e aumento das temperaturas, a população colabore na eliminação de potenciais criadouros.

“Um levantamento entomológico realizado pelos municípios no período de setembro até novembro de 2021, mostrou que lixo, pneus e demais materiais que acumulam água, representam 74% dos recipientes utilizados pela fêmea do Aedes aegypti para depositar seus ovos”, enfatizou.

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