Durante a consulta, explica o fisioterapeuta Emmanuel Corbeel, o objetivo é descobrir através dos sintomas descritos pelo paciente, qual tecido embriológico lesionado. Através de mapas cerebrais, ele ajuda o paciente a tomar consciência da origem do problema, do que aconteceu na sua vida que refletiu daquela maneira no corpo.
  Segundo Corbeel, ‘‘a informação fica cravada nas células’’ e é possível descobrir até a data do evento que originou o problema. ‘‘Você permite que o paciente tome consciência que o problema dele veio de um dado acontecimento na vida. Ao tomar consciência, a pessoa se autocura’’, afirma.
  Além da tomada de consciência, é usada como tratamento complementar a microfisioterapia. A técnica, criada pelos fisioterapeutas franceses Daniel Grosjean e Patrice Bénini, utiliza microtoques e palpações suaves, que simulam agressões - físicas ou emocionais - recebidas pelo corpo, para o próprio organismo reagir e fazer a autocorreção do problema. ‘‘São técnicas complementares que permitem melhor compreender o sofrimento das pessoas’’, afirma Corbeel. (C.P.)

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