Ney de SouzaO Brasil perde apenas para a Inglaterra na produção de chocolates; Páscoa deve bater recordesA Páscoa deste ano deve bater o recorde dos útimos anos no consumo de chocolate. As indústrias estão com as produções aceleradas e algumas com estoques já esgotados. O Brasil é o segundo maior produtor de chocolate, perdendo apenas para a Inglaterra.
Em Foz do Iguaçu, a Clarabela, maior indústria de chocolates e biscoitos do interior do Estado, já atingiu no final de março a meta prevista de produzir 310 mil ovos de chocolate, o dobro em relação ao ano passado. Foram contratados 55 funcionários temporários. Os ovos da Clarabela são vendidos em todo o Estado.
Segundo o proprietário, Aníbal Soares da Silva, o chocolate utilizado na fabricação dos ovos é superior à maioria dos chocolates disponíveis no mercado, e a fórmula foi desenvolvida na Suíça. ‘‘Nossa fórmula é exclusiva, por isso nosso sabor é diferenciado’’. Os ovos custam entre 5% e 8% a menos que os das marcas tradicionais.
Quem quer presentear com ovos que chamem a atenção pela embalagem deve conhecer as verdadeiras obras de arte que a Chocolândia está produzindo. São cestas especiais, embalagens adornadas com anjos, bailarinas e personagens Disney em chocolate. Os preços variam entre R$ 15,00 e R$ 130,00. As encomendas devem ser feitas com 10 dias de antecedência.
Paraguai Em Ciudad del Este, no Paraguai, a Greta Shop também está com uma seção de ovos importados da Suíça, Argentina e do Brasil. Os preços variam entre US$ 1,00 (R$ 1,16) e US$ 13,80 (R$ 16,00) para o ovo de 860 gramas. A loja fica aberta aos sábados e domingos até as 17 horas.
A Monalisa tem tradicionalmente uma seção de chocolates e bombons importados. As marcas Godiva, Côte d’or e Neuhas são as mais procuradas. Uma caixa com 40 bombons da marca belga Godiva custa US$ 28,00 (R$ 32,48). Os tabletes de choclate Côte d’or custam entre US$ 4,50 (R$ 5,22) e US$ 6,50 (R$ 7,54).
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