Impasse gera insegurança entre alunos
Londrina Entre os acadêmicos da UEL, a mobilização de ontem ainda gerava o receio de uma nova greve mais adiante. Aluna do primeiro ano de Química, Gabriele Sarto, 18, acreditava que a situação já estivesse resolvida. "Vim para Londrina faz uma semana, fiquei preocupada quando soube que ainda está assim", conta a caloura de Assis, interior paulista.
Quem faz pesquisas na universidade também percebe o quanto o impasse entre governo, professores e demais servidores deixa a situação instável. "Perdemos aulas teóricas e também não conseguimos utilizar a biblioteca, que fica fechada durante a paralisação", assinala a estudante de Mestrado Keilla Vilela, 22. Ela diz que, apesar disso, a nova mobilização na UEL não a pegou de surpresa. "Sabia que não estavam [o governo] fazendo tudo o que tinham prometido", define.
Além da UEL, paralisaram atividades ontem a Universidade Estadual do Norte do Paraná (Uenp) e dois campus da Universidade Estadual do Paraná (Unespar). Hoje, a mobilização ocorre em mais campus da Unespar e na Universidade Estadual Centro-Oeste (Unicentro). (A.L.)





