São Paulo - O Instituto Médico Legal (IML) do Distrito Federal identificou ontem os corpos de mais seis das 154 pessoas mortas na queda de um Boeing da Gol, no dia 29 de setembro, no Mato Grosso. No total, 140 dos 145 corpos levados pela Força Aérea Brasileira (FAB) à capital federal foram identificados. Destes, 125 foram retirados por familiares.
  No começo da manhã de ontem, as equipes da FAB que trabalham no local em que o avião caiu retomaram as buscas pelos quatro corpos que continuam desaparecidos. Até o fechamento desta edição, o resultado da ação não havia sido divulgado.
  Na quarta-feira, cinco corpos foram encontrados embaixo do trem de pouso e de parte das asas do avião. Uma equipe de técnicos especialistas em remoção de aeronaves, cedida pela Varig, precisou auxiliar no resgate. O corpo de uma jovem achado em outro ponto da floresta deverá ser facilmente identificado por causa de uma tatuagem.
  O método preferencialmente usado para identificar os corpos é o confronto entre as impressões digitais coletadas e os registros de cada pessoa mantidos pelos Estados. Esses registros são elaborados quando o cidadão tira a carteira de identidade. Quando não é possível observar as impressões digitais, os corpos são encaminhados para exames de arcada dentária e DNA.
  O Boeing do vôo 1907 caiu depois de bater no ar em um Legacy de uma emrpesa dos Estados Unidos. Todos os ocupantes do vôo comercial morreram. O Legacy conseguiu pousar. O caso está sendo investigado por autoridades brasileiras e norte-americanas.

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