Uma das imagens da vereadora carioca Marielle Franco (PSOL), que foi assassinada no dia 14 de março no Rio de Janeiro, que figura na exposição "As Várias Formas de Genocídio da Mulher Negra", organizada pelo Núcleo de Estudos Interdisciplinares Afro Brasileiros (Neiab) da Universidade Estadual de Maringá (UEM) sofreu vandalismo no início desta semana.

Imagem ilustrativa da imagem Imagem de Marielle Franco sofre vandalismo em universidade de Maringá
| Foto: Divulgação/UEM



Na ocasião, o responsável pela ação escreveu com caneta vermelha: "Lésbica foi um mal exemplo". A Universidade Estadual de Maringá analisará as imagens de câmeras de segurança para identificar o autor do caso. A UEM informou que a exposição, que foi montada em sua biblioteca e teve início no dia 23 de julho, seguirá com sua programação e será finalizado no dia 30 julho.

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| Foto: Divulgação/UEM



"Nós estamos indignados, mas não espantados porque essa é uma situação de violência cotidiana com as minorias. Somos vítimas do preconceito, do racismo e da violência diariamente e isso nos aborrece, mas que não vai nos fazer parar. Vamos continuar a realizar atividades, pois o a Universidade é um lugar das minorias", afirmou Marivânia Conceição de Araújo, organizadora do evento e coordenadora do Neiab (Núcleo de Estudos Interdisciplinares Afro-Brasileiros).

A exposição mostra imagens de 21 mulheres negras que foram assassinadas nos últimos anos.

MARIELLE FRANCO – A vereadora Marielle Franco foi morta a tiros dentro de um carro. Além da vereadora, o motorista do veículo, Anderson Pedro Gomes, também foi baleado e morreu. Uma outra passageira, assessora de Marielle, foi atingida por estilhaços. A polícia carioca segue com as investigações.

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