IAP desconhecia problema, diz secretário
O secretário Rasca Rodrigues informou à Folha que a situação dos barcos não era conhecida do Instituto Ambiental do Paraná (IAP). ''Nunca ninguém trouxe o problema para nós. Nós desconhecíamos. Portanto, não é verdade que deixamos os barcos lá sem dar assistência. Agora que sabemos do problema, vamos solucioná-lo'', garantiu. Quanto aos barcos Jhonsson que estariam baixados, Rasca explicou que as embarcações sempre precisam de manutenção.
Após a burocracia normal para liberação de verbas, os barcos voltam a operar normalmente. ''O problema de manutenção é rotativo. São nove embarcações. Podem ficar quatro paradas no início do ano por conta do entrave orçamentário. É a burocracia normal. O dinheiro acaba sendo liberado em pouco tempo e os barcos recebem manutenção. Não ocorre de parar tudo ao mesmo tempo. E o IAP não tem intenção de segurar verba. Se é necessária a manutenção, fazemos'', salientou.
O Programa Pró-Altântica foi implantado em 1997. O objetivo é consolidar a gestão e o controle ambiental na Floresta Atlântica -que tem 11 mil quilômetros quadrados de extensão (incluindo a Serra do Mar, a planície litorânea e o Vale da Ribeira).(L.P.)





