Curitiba - O presidente do Instituto Ambiental do Paraná (IAP), Rasca Rodrigues, disse que a fiscalização do descarte irregular dos resíduos pelos navios é difícil porque, em geral, acontece em alto-mar. Destacou, no entanto, que uma das linhas fortes de atuação do Plano de Gerenciamento de Resíduos dos Portos de Paranaguá e Antonina será a de educação ambiental.
Rodrigues contestou a afirmação da bióloga Andressa Debiazo sobre a inexistência de serviço de limpeza e manutenção na Ilha do Mel. Segundo ele, além da coleta seletiva dos resíduos gerados por moradores e visitantes, o lixo que vem de alto-mar também é recolhido em pontos estratégicos. Há, ainda, operações sistemáticas de coleta em locais de difícil acesso.
O coordenador de Meio Ambiente da Administração dos Portos de Paranaguá e Antonina (Appa), Eduardo Ratton, afirmou que os terminais paranaenses têm o plano de gerenciamento de resíduos desde 2001 e está sendo aperfeiçoado por instruções normativas que visam regulamentar, por exemplo, o descarte da ‘‘água de lastro’’ (usada para dar estabilidade aos navios que chegam vazios nos portos). (A.L.)

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