IAP cobra parecer técnico para adiamento
O presidente do IAP, Rasca Rodrigues, afirmou que ainda não recebeu nenhuma justificativa formalizada para o adiamento do prazo. ''Queremos que nos apresentem parecer técnicos que digam que é possível usá-la por mais 90 dias. Mas isso seria aumentar a prática de um crime por mais três meses'', alegou. Rodrigues reafirmou que o lençol freático está sendo poluído e lembrou que em março de 2003 o IAP multou a prefeitura em R$ 10 milhões por isso. Foi aí que começou a realização do termo de ajustamento de conduta, que foi oficializado em janeiro do ano passado.
Segundo a Secretaria Municipal do Meio Ambiente mais de 5 mil estabelecimentos produzem o lixo que vai para a vala de Curitiba. No âmbito municipal 107 unidades de saúde, um hospital, um laboratório municipal, a central do Sistema de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) e o Centro de Zoonozes e Vetores produzem lixo hospitalar. Quem vai recolher o material a partir do dia 26, por meio de um contrato de emergência, é a Cavo, empresa que atualmente faz a coleta do lixo comum da cidade. O contrato com a Cavo é de R$ 45 mil. Segundo Caporrino, o município gastava cerca de R$ 150 mil por mês com a vala séptica.(A.B.)





