O horário de verão acaba neste domingo (18), em São Paulo, Rio de Janeiro, Espírito Santo, Minas Gerais, Rio Grande do Sul, Paraná, Santa Catarina, Goiás, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Bahia, Tocantins e Distrito Federal. À meia-noite do sábado, os relógios devem ser atrasados uma hora. A Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) informou que o horário especial teve duração de 133 dias. Uma avaliação preliminar indicou que houve uma economia de energia de 5% sobre a demanda nas regiões Sudeste e Centro Oeste do País.
Esta é a 27ª edição do horário de verão, sendo que a medida vem se repetindo pela 15ª vez de forma consecutiva. Nesta edição, o horário de verão foi marcado pelas queixas dos moradores de alguns estados do Nordeste brasileiro. Houve inclusive recursos junto à Justiça. A disputa jurídica levou o governo federal a suspender o horário de verão naquela região do País.
A expectativa da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) é a de que o carregamento de energia nos horários de pico tenha sido aliviado em 3 mil megawats (MW), o equivalente ao triplo da carga na Região Metropolitana de Curitiba durante o período de maior consumo.
A Companhia Paranaense de Energia (Copel) acredita que a redução média de carga seja de 5,5%, cerca de 180 MW. O índice equivale a toda a carga da região Oeste do Estado, incluindo Cascavel, Foz do Iguaçu e Guaíra, no momento de maior demanda de um dia útil qualquer.
A assessoria de imprensa da Copel informou que os dados reais sobre carga e economia de consumo só serão divulgados entre os meses de março e abril. Em relação ao consumo de eletricidade durante o período de horário de verão, a expectativa da Aneel é a de que tenham sido economizados 370 mil MWh no País, energia suficiente para atender durante um mês a cidade de Goiânia (GO). No Paraná, a previsão é a de economizar 60 mil MWh, o que daria para atender metade das residências de Curitiba durante o período de um mês. (Com Agência Estado)

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