Homem tem genitália decepada por familiares da ex-namorada
Crime ocorreu na zona rural de Londrina; motivação seria uma suposta acusação de estupro
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segunda-feira, 22 de dezembro de 2025
Crime ocorreu na zona rural de Londrina; motivação seria uma suposta acusação de estupro

Um homem de 32 anos teve o pênis, o saco escrotal e um pedaço da coxa decepados em uma propriedade rural de Londrina no fim da manhã desta segunda-feira (22). De acordo com informações da Polícia Militar e da Guarda Municipal, a vítima e os autores, todos moradores de Cambira (Noroeste), trabalhavam em uma fazenda de eucalipto no Patrimônio de Taquaruna, em Irerê (distrito de Londrina), e a motivação do crime seria uma acusação de estupro.
Segundo o porta-voz do 5º BPM (Batalhão de Polícia Militar) de Londrina, capitão Emerson Castro, nesta segunda, o autor do crime não foi à área rural de Londrina para trabalhar. Porém, por volta das 10h30, ele e seu comparsa chegaram, armados com uma carabina e um revólver, além de armas brancas. Em frente a uma testemunha, amarraram os pés e mãos da vítima, prenderam-no em uma árvore e, em seguida, abaixaram sua calça e praticaram a mutilação.
A testemunha disse aos PMs que os autores do ato usaram uma faca para a prática criminosa. Em seguida, teriam jogado as partes decepadas aos pés da vítima e foram embora. Ainda de acordo com a polícia, a testemunha disse que a dupla chegou, disse que nada aconteceria a ela e, em seguida, acusaram a vítima de estupro e executaram a mutilação.
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O rapaz foi levado às pressas para a UBS (Unidade Básica de Saúde) do distrito de Guaravera. A Guarda Municipal e a PM foram chamadas e passaram a procurar os suspeitos, que foram identificados pelo serviço de inteligência de Londrina, em conjunto com a corporação em Cambira.
O homem foi transferido para o HU (Hospital Universitário) de Londrina por volta das 11h e, enquanto aguardava para entrar na sala de cirurgia, também pediu para dar esclarecimentos à PM. Até as 16h35 ele seguia consciente e respirava ar ambiente, de acordo com a assessoria.
Os dois suspeitos não haviam sido encontrados, de acordo com a PM. Os policiais também se dirigiram ao local dos fatos para tentar encontrar o órgão decepado para, em seguida, chamar o IC (Instituto de Criminalística). (Colaborou Jéssica Sabbadini)


Luis Fernando Wiltemburg
Repórter de Cidades.






