Homem diz que sente remorso
Segundo o delegado-chefe da Polícia Federal de Foz do Iguaçu, Joaquim Claudio Figueiredo Mesquita, o acusado não resistiu à voz de prisão e confessou a autoria do assassinato. À imprensa, o porteiro disse sentir ''um vazio'' dentro de si, afirmou acreditar que sua ''vida acabou'' e contou estar com ''remorso muito grande''.
Também relatou que no momento do homicídio estava fora do seu juízo porque estaria com ódio, o que o impediu de discernir seus sentimentos, entre eles ''o amor'' pela filha. E completou dizendo que pretendia trabalhar durante um tempo na fronteira com objetivo de poupar um dinheiro e depois entregar-se à polícia.
Antes de chegar a Foz, perto do dia 10 (não soube dizer a data exata), Antonio diz ter passado por uma localidade do Paraguai perto da fronteira com o Brasil. Ontem à tarde, ele foi transferido para Belo Horizonte, onde pode ser condenado por homicídio qualificado, cuja pena varia de 12 a 30 anos de prisão.





