Nova York, 06 (AE-ANSA) A primeira-dama dos Estados Unidos, Hillary Rodham Clinton, revelou discretamente, durante sua campanha para a candidatura democrata a senadora por Nova York em 2000, que tem parentes judeus.
A coincidência da inesperada revelação, publicada pelo diário da comunidade judaica Forward, e retomada hoje por outros jornais, produziu a imediata suspeita de fins políticos.
Alguns comentaristas, inclusive, sublinharam a imagem de metodista surgida do interior do sul americano que até agora caracterizou Hillary.
Segundo a publicação judaica, a raiz judia da primeira-dama remonta ao imigrante de origem russa Max Rosenberg, segundo marido de sua avó, Della Murray, de quem teve uma filha, Adeline
meia-irmã da mãe de Hillary, que quando adulta se converteu ao judaísmo.
Para os analistas, é inevitável a comparação com o rival de Hillary e prefeito de Nova York, Rudolph Giuliani, que pode recorrer às suas origens italianas, uma comunidade que - assim como a judaica - tem peso eleitoral importante no Estado.

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