Rio- ­Dois ­dias ­após o apa­gão que atin­giu 18 Es­ta­dos bra­si­lei­ros, um hac­ker in­va­diu, na noi­te de quin­ta-fei­ra (12), o si­te cor­po­ra­ti­vo do Ope­ra­dor Na­cio­nal do Sis­te­ma Elé­tri­co (ONS). Se­gun­do a en­ti­da­de, po­rém, não hou­ve qual­quer amea­ça à ope­ra­ção do sis­te­ma, que é ge­ri­do por ­meio de uma re­de blin­da­da. O ONS in­for­mou que o ata­que foi de­tec­ta­do pe­la se­gu­ran­ça in­ter­na e o pro­ble­ma re­sol­vi­do no dia se­guin­te.
  A ava­lia­ção in­ter­na é que o hac­ker ti­nha o ob­je­ti­vo de mos­trar que po­de aces­sar a re­de do ONS. Ain­da na noi­te do apa­gão, sur­gi­ram boa­tos de que a que­da de ener­gia te­ria si­do pro­vo­ca­da pe­la ­ação de hac­kers, o que foi pron­ta­men­te des­men­ti­do pe­las au­to­ri­da­des do se­tor elé­tri­co. Os boa­tos ga­nha­ram for­ça ­após a de­cla­ra­ções de es­pe­cia­lis­tas em se­gu­ran­ça di­gi­tal, ad­mi­tin­do a pos­si­bi­li­da­de de ata­ques.
  Se­gun­do o ONS, po­rém, a re­de que ge­ren­cia a ope­ra­ção do se­tor elé­tri­co é blin­da­da e não es­tá dis­po­ní­vel na in­ter­net.

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