Em sua coluna deste domingo, o economista Gustavo Franco
ex-presidente do Banco Central, analisa a reunião anual do Fundo Monetário Internacional e do Banco Mundial, realizada esta semana. Compara o gigantismo do evento a um festival internacional de cinema ou à temporada pariesiense de alta costura, e comenta as reações ao "calote" dado pelo Equador nos pagamentos de juros de sua dívida externa: "Em qualquer outra circunstância seria tomado como um sacrilégio, não gerou qualquer reação no setor oficial. O Equador está sob os cuidados do FMI, como a Rússia estava. Pode não parecer, mas há uma guerra dos mundos tendo lugar". Se o seu jornal tem interesse em publicar os polêmicos textos dominicais de Gustavo Franco, ligue já para (11) 856.2623.

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