Grupo assaltou agência no Paraná duas vezes
Curitiba- O assaltante paulista José Reinaldo Giroti comandou o assalto a uma agência da Caixa Econômica Federal (CEF) no último dia 26 de outubro. Na opotunidade, oito homens fortemente armados com pistolas, metralhadoras e fuzis AR-15, arrombaram o cofre da agência da CEF do Bacacheri e levaram quase todas as jóias. Coincidentemente, foi a mesma agência assaltada por ele em agosto de 2005.
Para o roubo, os assaltantes renderam a família do gerente da empresa de segurança e alguns funcionários, que ficaram sete horas na mira de armas. O crime começou às 20h15, quando o grupo de Giroti invadiu a casa do gerente operacional de uma empresa de segurança e renderam ele e seus familiares. Depois, levaram os reféns até a sede da empresa, no Água Verde, onde renderam outros funcionários do monitoramento.
Em seguida, o grupo se dividiu. Metade ficou vigiando os reféns e o restante foi até a agência da CEF, onde arrombou o cofre de penhor e retirou as jóias. Enquanto os bandidos ainda estavam dentro da agência, por volta das 3h30, policiais do Centro Operacional Policial Especial (COPE) foram avisados que o banco estava sendo assaltado e chamaram o reforço da Polícia Militar (PM). Antes da chegada dos policiais, os assaltantes conseguiram fugir. O COPE suspeitava que eles portavam um radiocomunicador da PM.
Em 2005, outro caso está sendo investigado e existe a possibilidade da participação do Alemão por conta do modo em que os roubos eram realizados (com sequestro mediante extorsão). O crime foi em Tibagi (na região dos Campos Gerais). Oito assaltantes mantiveram a família do gerente do Banco do Brasil de Tibagi como refém durante uma noite inteira para assaltar a agência logo no período da manhã. Eles conseguiram fugir em direção a São Paulo, depois de trocar de carro por três vezes. A família foi rendida por volta das 18h30, na casa do gerente. Todos permaneceram sob a mira de armas, até as 7 horas da manhã seguinte, quando os assaltantes acompanharam o gerente até o banco. Os funcionários que chegavam à agência eram rendidos um a um e trancados no cofre, de onde todo o dinheiro foi retirado.(L.P.)





