A greve dos aeronautas e aeroviários, deflagrada nesta quarta-feira (3), causa transtornos nos principais aeroportos dos País. A paralisação já reflete em Londrina, onde passageiros tiveram seus voos cancelados.

De acordo com a Infraero, o voo 1141 da Gol, que sairia da cidade às 5h25 e chegaria a Congonhas (SP) às 7h39, nem sequer saiu da pista de decolagem. Outros dois voos da Azul, com destino a Campinas (SP) e Campo Grande (MS), também foram cancelados.

Passageiros que embarcariam em outras cidades com destino ao Norte do Paraná ainda esperam por remarcações. A Azul precisou cancelar um voo oriundo de Campo Grande (MS), programado para as 9h33. Clientes da Gol, com bilhetes válidos para às 12h10 em Congonhas, também terão que esperar até a normalização dos serviços. Além desses, as companhias registraram cancelamentos de outros voos que sairiam de Guarulhos e Campinas. Para consultar todos os detalhes, acesse o site oficial da Infraero.

Há registro de protesto de funcionários nos aeroportos de São Paulo. Em Londrina, conforme a Infraero, o movimento no saguão é tranquilo e não há nenhum tipo de manifestação.

Segundo o Sindicato Nacional dos Aeronautas (SNA), as empresas Tam, Gol e Avianca vão flexibilizar as regras para a remarcação de voos, para não prejudicar os passageiros.

A TAM informou que não cobrará as taxas de remarcação e diferença de tarifas para os passageiros com voos domésticos agendados entre as 6h e as 18h de hoje ou voos internacionais entre as 6h e as 8h. Os clientes podem adiar suas viagens em até 15 dias a partir da data do voo original, mediante disponibilidade. A empresa ofereceu também o reembolso dos bilhetes tanto para voos domésticos quanto internacionais.

A Gol pede que os passageiros entrem em contato com a central de atendimento, pelo telefone 0300 115 2121, para verificar a situação do voo. A companhia ofereceu remarcação das viagens, sem taxas, ou reembolso integral das passagens.

Reivindicação

A categoria pede a aplicação do reajuste de 11% nos salários e benefícios, retroativo à data-base, que fará a recomposição das pernas inflacionárias os salários. Os trabalhadores rejeitaram a propostas das empresas, que previa o reajuste parcelados e não retroativo à data-base - dia 1º de dezembro. (Com informações da Agência Brasil).

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