Curitiba - Um laudo do Instituto Nacional de Criminalística (INC), em Brasília, confirmou que Patrícia Cabral da Silva, 22, participou do assalto ao posto de gasolina em que trabalhava em maio de 2007. Patrícia estava grávida de cinco meses e teria pedido a um dos envolvidos que atirasse contra a barriga dela durante a ação. O objetivo era pedir uma indenização a empresa no valor de R$ 150 mil. O tiro que atingiu Patrícia passou a poucos centímetros do bebê. A criança, chamada de Angelina, nasceu em agosto. O envolvimento da caixa foi revelado depois que o advogado José Carlos Veiga divulgou uma gravação com uma suposta conversa entre Patrícia e Luiz Carlos Cândido, acusado de participar do assalto. Segundo o INC, a voz que aparece na gravação é de Patrícia. Na conversa ela diz a Cândido que pretende pedir indenização por ter sido ferida em serviço. Patrícia está foragida desde março, quando foi emitido um mandado de prisão contra ela. (Equipe da Folha)

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