O governo tem adotado como medida preventiva esquema semelhante ao usado nos EUA para reduzir a transmissão de mãe para filho, quando a doença já está diagnosticada. A mulher com começa a tomar AZT a partir da 14ª semana de gestação e recebe o medicamento na veia na hora do parto. Além disso, o recém-nascido recebe AZT em solução. O tratamento reduz em 2/3 o risco de contágio.
O AZT existe nas maternidades-referência para o acompanhamento de gestantes com Aids. Também pode ser adquirido nos postos de saúde. Sem o uso do remédio, a chance de contrair a doença varia de 15% a 40%.
O Ministério da Saúde tem orientado os serviços médicos que realizam o pré-natal e estimulem a mulher grávida a fazer o teste do HIV. Além da campanha publicitária ‘‘Mãe, proteja seu filho da Aids’’, neste ano, o governo também financiou 82 projetos desenvolvidos por ONGs que lidam com mulheres em geral e, em especial, com prostitutas.

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