Governo vê ato político e desinformação
O Ministério da Saúde reagiu às críticas das entidades que representam a classe médica: o secretário de Gestão do Trabalho e Educação da pasta, Heider Pinto, lamentou a reação da categoria e afirmou que o posicionamento é resultado de "desinformação". "O decreto não retira e nem muda nenhuma das prerrogativas das entidades médicas. O que ele faz é unificar as informações", disse. O secretário argumentou ainda que um grupo de trabalho foi criado, em 2013, para discutir o tema, mas que as entidades médicas abandonaram o diálogo com a criação do programa Mais Médicos, naquele mesmo ano. "Algumas entidades médicas entraram na lógica de oposição ao governo. Isso ficou muito claro na eleição e parece que estão no terceiro turno", afirmou. (Folhapress)





