Governo nega relação com facções criminosas
Curitiba - A Secretaria de Estado da Segurança Pública negou, por meio da assessoria de imprensa, que as rebeliões nas cadeias públicas de Campo Mourão e Sarandi tenham qualquer relação com facções criminosas. Em Sarandi, o motim, que durou duas horas, teria sido motivado pela transferência de três presos para Maringá, entre eles o ''líder'' da carceragem. A cadeia de Sarandi tem capacidade para 60 presos mas abriga 143. Em Campo Mourão, os detentos teriam se revoltado com a superlotação.
Sobre uma possível extensão, no Paraná, dos atentados contra forças policiais promovidos por facções criminosas em São Paulo, a Secretaria de Estado da Segurança Pública informou, em nota oficial, que seu Departamento de Inteligência e equipes especializadas estão em alerta máximo para evitar que ações similares aconteçam aqui.
''As medidas preventivas que a Secretaria e as polícias Civil e Militar adotam são as de investigação através do Departamento de Inteligência e também do reforço do policiamento em locais estratégicos. Por razões óbvias de segurança, a Secretaria não divulga os detalhes de suas ações contra a criminalidade'', diz a nota.(Andrea Lombardo/Equipe da Folha)





