A assessoria de comunicação do governo negou que o estudo do Ipardes tenha sido omitido e não confirmou o recolhimento de exemplares do Mapa da Pobreza. Informou que os índices da época não se aplicam mais à situação atual, pois foram melhorados, principalmente no que se refere a saneamento básico, moradia e educação.
O diretor-presidente do Ipardes, Paulo Garcias, afirmou que o ‘‘Mapa da Pobreza’’ não foi divulgado da maneira como elaborado porque ‘‘tinha incorreções nos conceitos apresentados’’. A preocupação do governo em não divulgar o estudo, disse ele, era de que a análise gerasse interpretações equivocadas. ‘‘A análise foi inadequada porque não se tinha parâmetros internacionais de comparação.’’
Ele garantiu que os números do estudo foram incluídos nos ‘‘Indicadores e Mapas Temáticos para Planejamento Regional’’, à disposição na biblioteca do órgão e são de domínio público.(A.L)

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