Londrina - O secretário estadual de Indústria, Comércio e Assuntos do Mercosul, Ricardo Barros, divulgou nota ontem afirmando que ''não há decisão sobre a participação da Copel como sócia'' da gigante taiwanesa de componentes eletrônicos Foxconn no Brasil. Na terça-feira, ele comentou que a empresa estatal de energia e outras investidores poderiam ser parceiros num empreendimento da multinacional no País caso fosse construído no eixo Londrina/Maringá.
Na nota, o secretário aponta que, ''seguindo orientações do BNDES, está consultando diversas empresas e fundos de pensão que possam se tornar parceiros da Foxconn no empreendimento bilionário.'' ''Não há decisão nem valores definidos. Estamos na fase de consulta'', disse Barros. Ele reiterou que ''o Paraná apresentou a melhor proposta para a Foxconn''.
A multinacional pretende investir US$ 12 bilhões na construção de duas fábricas no País. No Paraná, Londrina e Maringá disputam o investimento com um projeto em conjunto. Na terça, circulou a informação de que a empresa teria decidido pela instalação em Maringá de uma das unidades, o que foi negado posteriormente.
A assessoria da Copel informou que o presidente, Lindolfo Zimmer, está no Rio de Janeiro e desconhecia o assunto.

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