Buenos Aires, 01 (AE-ANSA) - O secretário-geral da presidência da Argentina, Alberto Kohan, negou nesta quinta-feira (01) que Buenos Aires pense em mandar o ex-general golpista Lino César Oviedo para outro país.
Kohan disse ainda que Oviedo será controlado dentro do território argentino para não emitir opiniões políticas nem participar de atos que prejudiquem o Paraguai, como asseguram oposicionistas paraguaios.
Ontem à noite, em entrevista ao programa "A duas vozes", o ministro argentino da Justiça, Raúl Granillo Ocampo, levantou a hipótese de Oviedo ser mandado para outro país. Ele disse ainda que o asilo dado ao ex-general é uma medida que "pode ser revogada".
Esta semana o novo governo provisório do Paraguai anunciou que prepara o pedido de extradição de Oviedo, além do ex-presidente Raúl Cubas Grau, atualmente no Brasil.

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