Brasília- O Ministério da Defesa informou ontem, em nota oficial, que as autoridades aeronáuticas decidiram adotar as seguintes medidas para corrigir problemas que se verificam na prestação dos serviços aéreos no País: 1) aumentar o efetivo do Centro de Gerenciamento da Navegação Aérea (CGNA) com representantes da Agência Nacional de Aviação Civil (Anac), da Empresa Brasileira de Infra-Estrutura Aeroportuária (Infraero) e das empresas aéreas;
2) a partir das informações centralizadas no CGNA, as empresas deverão manter informados os usuários utilizando-se de todos os meios de comunicação e atendimento disponibilizados pela Infraero;
3) aproveitar áreas em desuso operacional nos aeroportos ocupadas atualmente como depósitos e colocá-las a serviço do transporte aéreo mediante esforços processuais junto ao Poder Judiciário, quando necessário; e
4) adotar medidas sempre conjuntas da Anac, Infraero, Departamento de Controle do Espaço Aéreo (Decea) e das empresas aéreas para implementar procedimentos que atendam adequadamente os usuários, prestando-lhes todas as informações e assistência necessárias à execução do serviço público de boa qualidade.
O Ministério da Defesa concordou em conceder um reajuste salarial de 6% a 10.600 aeroportuários, que são os servidores da Empresa Brasileira de Infra-Estrutura Aeroportuária (Infraero). Com isso, o governo espera evitar uma greve da categoria marcada para a antevéspera do início dos Jogos Pan-Americanos, no Rio de Janeiro.

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