Gaioleiro se salvou de picada de vespa
O auxiliar administrativo Júlio César Ribeiro, 28 anos, sente-se um sobrevivente do choque anafilático. Picado no rosto por uma vespa durante uma corrida de gaiola (espécie de jipe aberto nas laterais), ele só percebeu a gravidade de seu estado quando os amigos viram seu corpo todo empelotado.
Eu sentia falta de ar, mas achava que era por causa da corrida e da poeira da estrada. Como eu já era alérgico, pensei que fosse só uma reação normal. Mas aí o corpo todo começou a formigar e a garganta foi se fechando, conta o gaioleiro. Foi medicado no hospital e uma hora depois já se sentia melhor.
Disseram que o que amenizou o choque foi a adrenalina que o meu próprio corpo produziu durante a corrida, comenta. Atualmente, por recomendação médica, Ribeiro não sai de casa sem um kit contendo comprimidos antialérgicos e adrenalina injetável, para ser usado em emergências. Minha vida pode depender disso. (V.N.)





