diversas políticas domésticas possíveis para enfrentar os desafios da globalização, e trocaram idéias sobre o papel da comunidade internacional para ajudar a reduzir a vulnerabilidade às crises, independentemente de onde aconteçam. A próxima reunião do grupo será no segundo trimestre do ano 2000
no Canadá. Segundo o chairman do G-20, o canadense Paul Martin, as políticas de cada país não foram discutidas neste fórum. As discussões se voltaram à necessidade de manter o diálogo e criar boas oportunidades para a globalização. "Nossas políticas vão se voltar para os povos", disse. Segundo o ministro de Finanças da Alemanha, Hans Eichel, anfitrião do evento, o G-20 não significa "uma nova organização". Trata-se de uma instituição informal. O G-7, formado pelos países industrializados, continuará existindo. Ele explicou que o Grupo dos 20 surgiu para aglutinar meios de contribuir para as políticas dos emergentes, evitando, assim, que crises regionais prejudiquem o processo de globalização.Por Marli Olmos (enviada especial) Berlim, 16 (AE) - Políticas monetárias insustentáveis são um foco crítico de vulnerabilidade e, portanto, regimes de câmbio consistentes são essenciais para garantir o sucesso de um mercado global. Esta foi uma das conclusões do G-20, que reuniu-se hoje, pela primeira vez, em Berlim. Os países-membros do grupo concordaram ainda sobre a importância de reforçar os balanços de pagamentos nacionais como forma de prevenir as nações contra choques inesperados. E, reconheceram também que as políticas econômicas devem ser direcionadas à constituição de um sistema internacional menos propenso a crises. Os países do Grupo dos 20 discutiram, durante todo o dia de hoje

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