São Paulo, 13 (AE) - Deve ser implementado ainda esta semana um novo sistema de combate ao cancro cítrico, desenvolvido por um grupo de técnicos da Secretaria da Agricultura, do Fundo de Defesa da Citricultura (Fundecitrus), do Instituto Agronômico do Paraná, da Universidade Estadual Paulista (Unesp) e da Escola Superior de Agricultura Luís de Queiroz (Esalq). Segundo o diretor do grupo de defesa vegetal da Secretaria de Agricultura de São Paulo, Haroldo Tosin, já foi elaborada portaria com as novas normas de erradicação, que devem se publicadas no Diário Oficial de São Paulo até sexta-feira.
A proposta, aprovada há duas semanas pela Comissão Executiva da Campanha Nacional de Erradicação do Cancro Cítrico (Canecc), estabelece que os talhões que já passaram pelo processo de erradicação e que reapresentarem a doença terão eliminadas apenas as plantas infectadas, e não mais todas as árvores num raio de 30 metros, explicou Cícero Massari, do Fundecitrus.
Além disso, Massari afirmou que a proposta sugere também que todo o talhão deve ser eliminado se o número de árvores com focos de cancro cítrico em um talhão ultrapassar 0,5% do total.

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