Curitiba- A família da estudante paranaense Carla Vicentini, de 23 anos, continua sem nenhuma informação do paradeiro da jovem, desaparecida há seis meses. Carla foi vista pela última vez na madrugada do dia 9 de fevereiro em um bar de Newark, Nova Jersey, nos Estados Unidos. Ela viajou para lá em 19 de janeiro, por meio de um intercâmbio, e trabalhava em um restaurante.
A polícia de Newark está com seis investigadores trabalhando no caso e o FBI colocou o mesmo número de agentes. A recompensa para quem der informação consistente que leve ao paradeiro da estudante já está em US$ 10 mil. A polícia ofereceu US$ 2 mil. O valor foi acrescido de mais US$ 3 mil pelo empresário ítalo-americano do ramo de óticas Peter Pantoliano e, recentemente, a The Carole Sund/Carrington Foundation ofereceu mais US$ 5 mil.
A fundação foi criada por três pais de jovens desaparecidas e encontradas mortas em 1999. Já distribuiu US$ 247.500, ajudando a encontrar nove desaparecidos e prender 35 suspeitos de assassinato e três de sequestro.
A mãe de Carla, Tânia Vicentini, que mora em Goioerê, esteve em abril nos Estados Unidos para acompanhar as investigações. Ela mantém contato com a Embaixada e tem sempre a confirmação de que a polícia não desistiu do caso.

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