Londrina - Os atendimentos no Hospital Universitário de Londrina continuam restritos, segundo informou o presidente do sindicato que representa os servidores, Marcelo Seabra. A orientação é para que os pacientes procurem os hospitais da Zona Norte e Zona Sul, que já retomaram os atendimentos, além das unidades de atendimento 24 horas da rede municipal de saúde.
"O governador não foi muito preciso no que pretende fazer. Vamos monitorar e acompanhar. A greve está mantida", explicou. Na próxima quinta-feira, haverá uma assembleia com todos os servidores da Universidade Estadual de Londrina para discutir os próximos passos da mobilização.
Os funcionários dos hospitais da Zona Norte e Zona Sul, representados pelo Sindsaúde, voltaram aos trabalhos, mas permanecem em alerta. A paralisação foi suspensa e reuniões foram agendadas para retomar as negociações sobre os pagamentos pendentes aos servidores. De acordo com a assessoria do Sindsaúde, no dia 19, diretores do sindicato e representantes do governo estarão reunidos em Curitiba. No dia 24, está marcado um ato com toda a categoria.
Nesta semana, houve aumento de 10% na procura pelas unidades de saúde da rede municipal em Londrina. "Não houve impacto. O aumento pode ser considerado sazonal e não é possível afirmar que tenha sido causado pela paralisação. Todos os pacientes estão sendo atendidos e estão conseguindo acesso às unidades de maior complexidade", garantiu o diretor de Urgência e Emergência da Secretaria Municipal de Saúde, Eduardo Cristófoli.
A greve dos educadores sociais que atuam nos Centros de Socioeducação (Cense) começaria hoje, mas deve ser suspensa em assembleia dos funcionários até o posicionamento do Governo do Estado em relação aos projetos. (V.C.)

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