Londrina O funcionário público Edson Santana da Silva trabalha há 20 anos na UEL. No último domingo ele estava assistindo futebol na TV quando ficou sabendo do incêndio no Ouro Verde. ''Lembrei na hora da marquise. Essas coisas a gente nunca esquece'', comentou.
Silva foi uma das vítimas que se feriram na queda da marquise. ''Sofri uma fratura exposta no tornozelo. Colocaram dois pinos e depois passei por uma outra cirurgia para retirar os pinos'', contou.
O técnico de laboratório lembra bem do que aconteceu no dia 12 de fevereiro de 2006. ''Eu tinha trabalhado semana inteira na organização do evento (Congresso Brasileiro de Zoologia). Na hora que caiu eu estava bem embaixo da marquise ouvi um estralo e olhei para cima, quando percebi que iria cair saí correndo em linha reta'', contou. Ele foi atingido no tornozelo e precisou ficar oito dias hospitalizado, além de fazer meses de fisioterapia.
Silva entrou com uma ação contra a UEL por danos morais. ''No ano passado teve uma audiência conciliatória, mas não teve acordo. Agora estou esperando marcarem a próxima audiência'', contou.(D.B)

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